Bom, cá estou eu em Chennai, India, mas vamos por partes…
Preparativos
Isso na verdade começou duas semanas antes da viajem, mas se resume a tomar a vacina de febre amarela, documentação para o visto, varias camisas de manga curta e trabalho preparando material que me ajudaria no trabalho aqui na Nokia de Chennai. Esta parte foi tranquila e com muito apoio da família e dos amigos, em especial o Rodrigo que ja tinha viajado para a India pelo menos duas vezes.
Viagem Curitiba-São Paulo.
Tranquilo, com o padrão amendoim de qualidade. O voô como sempre balança um monte. Fui de Gol (não o carro
) 45 minutos de vôo, 2 horas de e até o aeroporto.
Proxima parada, Londres
Bom a segunda etapa começa em Guarulhos, e foi mais rápida do que eu esperava. Etapa um foi pegar as malas, e com o carrinho, liguei para a pessoa que iria devolver meu passaporte.
Tempo depois com passaporte, visto Indiano e o documento da ANVISA em mãos, fui ao check-in da Brtish Airways e despachar minhas malas, eu só as verias novamente 2 dias depois.
Bom o vôo em si, foi de 11 horas e 30 minutos. Tempo de sobra para assistir novamente Batman – O cavaleiro das trevas e outros dois filmes. Dormir na classe economica nessa etapa é quase impossível. Apertado demais, duro demais. A comita entretanto, foi um ótiomo beef, o melhor que já comi em um vôo e aparentemente o ultimo por um bom tempo.
London
A terra da rainha vista de cima é um barato, uma pena que não deu tempo de sair de aeroporto. A roda gigante no Tâmisa faz jus ao nome, é maior que os prédios em volta. Vá tambem aquela ponte famosa, que as torres dos cabos parecem castelos, porém não percebi o Big Ben.
A quantidade de campos de futebol é impressionante. O Soccer, como eles chamam é realmente popular. Haviam duzias para cada campo de Rugby.
O aeroporto se chama Heathrow. Desci no terminal 5, e a alfadega é igualzinha a brasileira, com uma fila gigantesca. Os policiais são bem estressados e o pessoal berra o tempo todo. Depois da minha mala ficar literalmente presa dentro da máquina de raios X por causa da tira, chego finalmente no que posso definir como o melhor duty free de aeroporto que já vi.
Logo de cara se vê uma torre dentro do terminal com propaganda da Nokia. Marcas de grifes famosas para todo lado. Aproveitei e comprei um o Motorstorm Artic Race para o meu PSP (foi muito util mais a diante) por 60 reais (22 libras).
Comi um sanduiche no Pret, muito bom, fantástico. Pão, presunto italiano, queijo e tomate, em uma forma realmente gostosa, e para acompanhar meu classico suco de laranja.
Dei uma volta, vi o Nokia 5800 que eu to namorando faz tempo. La custa 278 libras, destravado. Na volta eu decido se compro o bichinho.
Comprei também um livrão, a Torre Negra, Vol 3, e finalmente uma copia em inglês. Como é dificil achar em português no Brasil. O livro custou 8 libras, o anterior me custou 65 reais no Brasil, faça as contas e descubra porque o brasileiro não lê tanto. (O praga de governo o nosso!).
A clima do aeroporto é fantastico, muito bom ouvir Inlges, Italiano e Frances o tempo todo…. haviam outras linguas, pessoas de turbantes de todos os tipos com e sem pedras.
Mulheres lindíssimas, e o sotaque britânico chama muito a atenção, de todos os tipos. Não todas, mas havia muita mulher bonita para se ver.
Bom, quase 4 horas depois, anunciam meu vôo para Chennai. Agora faz 18 horas que estou acordado pelo menos. Pego um “metrô” até o terminal B. Ali meu vinho virou água.
Eram duas portas de embarque, Chennai e Dubai. Infelizmente todas as deusas foram para Dubai.
Bom, eis que começa a segunda aparte…
Destino, Chennai
O segundo vôo é é um inferno, crianças chorando comida ruim. Felizmente o atentende (para não chamar de aeromoço), um senhor com forte sotaque britânico foi com a minha cara de me deu duas garrafas de vinho. Dois filmes depois (Uma noite do museu 2, e veloses e furiosos sei lá que parte) e dois vinhos depois chega o jantar… Macarrão com Frango, o pior que já comi, e não tinha nada de Indiano nele, só estava mal preparado.
A salada por sua vez era bem indiana, e me deparei com um problema que vou ter que contornar. Eu detesto erva doce, principalmente em salada que além disso era bastante apimentada. A pimenta não me assusta, mas é forte.
Bom vencido pelo cansaço, consegui dormir. Acordei meio torto é verdade, mas acordei. E então uma sessão de PSP que durou o tempo da bateria. (Devia ter deixado mais tempo recarregando).
Bom 3 horas antes do final do vôo, café da manhã e de novo erva doce. Comi o pão de erva doce, o doce de erva doce e o mufim de erva doce. Depois tinha uma sementes tipo Jintã, que eram de…. erva doce. Mas esses passaram bem. Mas junto veio um sei-la-oque, que parecia um nhoque com frango cheio de erva-doce. Comi o frango e nada mais.
Bom o café, ou “cháfezinho” desceu bem, sem açucar e com uma “bisnaga” de leite.
Finalmente, Chennai
Bom, posso descrever o aeroporto, como sendo igual (ou pior) que a rodoviária de Curitiba ou o terminal Tietê se preferir. Filas, filas e mais filas depois, cheguei na porta do aeroporto. Uma porrada de gente na frente, mas foi fácil achar o “Mr Buratti – NSN”.
Bom, depois de ter tentado sentar no banco do morista (pois aqui o motorista fica do lado direito), acabei mesmo no banco de traz e rapidamente cheguei a conclusão de 3 coisas. Carros da TATA são uma porcaria, parece os Lada. 2, mesmo de madrugada o transito é um lixo, desviamos varias vezes de Tucs-Tucs na contramão e isso em uma avenida com duas pistas separadas por ilhas. 3 Chennai é uma grande sujeira.
Dificil descrever a cidade, mas a primeira impressão não foi boa, tem realmente muito lixo nas ruas e no chão. O lugar é muito probre, e quem conhece Ciudad de’Leste, Chennai é o Ciudad com 4 milhões de habitates. Ou seja, bem vindo ao Paraguay.
Guest House
Bom, a Guest House é realmente boa. São 3 andares e escadarias em marmore, 3 empregados e um quarto fantastico. Foi bom tomar banho e dormir um pouco em uma cama confortável.
O dia corrente, já que já é segunda feira, é feriado aqui. E não tinha certeza se iria ou não trabalhar na Nokia. NO momento que escrevo este post, descobri que não. Está tudo fechado. Alias, estava ficando preocupado, pois entender os indianos é realmente complicado, mas conversar com o Peter me fez me sentir como se estivesse conversando com um brasileiro. O sotaque indiano em cima do inglês é complicado.
Bom, logo eu começo a postar fotos e pretendo todo dia atualizar o blog.
Abração a todos!
Michael