Publicado por: michaelburatti | 10, Dezembro 2007

Kodak Easy Share

Minha irmã está feliz com a nova camera digital dela. Uma Kodak Easy Share C613, realmente uma câmera muito boa se comparada com a GoTec que ela testou e ela achou uma porcaria, e olha que ela entende muito pouco do mundo dos eletrônicos. Com 512MB de memória, Zoom Ótico (na verdade o unico tipo de zoom que existe, já que nunca ví zoom digital que prestase) e  bons 6.2MP de resolução, grava som para fazer filminhos e etc. Ou seja, no departamento de hardware, tudo OK. Agora a tristeza foi o tal do Kodak Easy Share. Acostumado a usar o Picasa com a minha Olympus, achei o software da Kodak despropositalemente complicado e pesado. A porcaria do software se coloca no já sofrido boot do XP, mais dois processos. Um para updates do software, que não sei qual é o problema de verificar isso quando se roda o programa. Porque diabos, tem que se colocar mais um processo…. e tem mais, a droga do pesado, easy share também se carrega no boot, ficando mais um inconizinho na bandeja, proximo ao relógio.

Como eu odeio isso, nada mais natural, que usar o velho e bom msconfig. Tirei os dois programinhas do boot e reboot. Até ai tudo bem. Novo boot e eis o desktop do Win e sua barrinha azul. Esperei a máquina terminar o “boot do usuário” e com tudo sucessegado. Mandei abrir o Kodak Easy Share. Então aguenta intermináveis segundos, algo que só alimenta minha teoria que compramos computadores melhores para rodar programas piores feito por programadores medíocres. Depois quando se fala em uma lei para obrigar os peões a terem diploma, dá aquele bafafá. Mas voltando à análise, mais de um minuto depois no meu Pentum D 805, 1,5G DDR2 de RAM e disco Sata 2, ou seja a porcaria é pesada mesmo.

Uma coisa que gosto na minha Olympus, e que a maioria das câmeras vagabundas tambem fazem, é aparecerem como um drive. Basta abrir o “drive” recortar as fotos e salvar no disco. Normal, mas com a Kodak C613, isso não acontesse. Obrigando a vítima a instalar o software da Kodak, ou a usar um leitor de cartões, obrigando a tirar o cartão da máquina, opção que eu fortemente recomendo, depois de passar raiva usando tal software.

Se alguem da Kodak, ler esse texto, vão três sugestões:
1 – Montem a camera como um drive, simples e prático.
2 – Software modulares.
3 – Perguntem se o usuário quer mais dois processos no boot.

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Respostas

  1. Perai, mas é isso mesmo que eu entendi? A Kodak registra as fotos num banco de dados proprietário dentro do cartão (tipo um iTunes) e só dá pra tirar as fotos de lá com o EasyShare?

    (que de Easy não tem nada!)

    E outra, essa geringonça não funciona como mass storage device? Linux nem pensar então?

    Ainda não entendo por que as empresas fazem esses tipos de coisas.

    Abração!

  2. O Cartão é FAT32, por isso eu disse que é melhor usar um leitor de cartões.


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